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	<title>Liberdade &#38; Expressão</title>
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		<title>A Felicidade de Setembro!</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 17:20:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em setembro, tudo é felicidade em Natividade. Os festejos que chegam trazendo com ele os natividadenses ausentes e os visitantes que vem sempre dar um colorido a mais na Avenida. Este ano, não foi diferente. Setembro chegou e com ele a alegria de uma festa que é pura tradição. Antes da festa, encontrei com tantas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em setembro, tudo é felicidade em Natividade. Os festejos que chegam trazendo com ele os natividadenses ausentes e os visitantes que vem sempre dar um colorido a mais na Avenida. Este ano, não foi diferente. Setembro chegou e com ele a alegria de uma festa que é pura tradição.<span id="more-115"></span></p>
<p>Antes da festa, encontrei com tantas pessoas que me disseram que a programação estava horrível e que nem de casa sairiam, mas que mudaram de opinião tão logo sentiram o clima de alegria da cidade. Resultado: a festa, numa linguagem bem popular, bombou. E quem dizia que show do Zé Ramalho seria ruim, porque o cara já veio na cidade e etc e tal, se surpreendeu com o número de pessoas que não compartilharam da ideia. O centro da cidade estava de um jeito que era impossível até mesmo andar. E Jeito Moleque, que na boca de muitos era imprestável, também arrastou milhares de pessoas que gostam do grupo ou que preferiram sair de casa a ficar vendo mais um capítulo chato da novela chamada flamengo, que jogou no mesmo dia.</p>
<p>Shows a parte, quem foi que falou que Festa de Setembro pra ser bacana tem que ter uma atração musical espetaculosa? À Festa de Setembro basta-se o povo, os barraqueiros com suas caixas de som gritando todos os ritmos, os carrinhos de churros e cachorros-quentes, a bandinha da alvorada. Os shows são apenas detalhes, que para muitos, passa realmente despercebido.</p>
<p>Pontos negativos? Sempre existirão. Como, por exemplo, a falta de determinação dos organizadores na hora na a disposição das barracas, os horários que quase nunca são cumpridos, os menores se embebedando nas ruas sem quem ninguém faça nada, enfim. Detalhes que mudariam toda a estrutura da Festa.</p>
<p>A gente sempre torce para que o próximo ano seja bem melhor. E a gente sempre espera que quem trabalha na organização de eventos aprenda com os erros e os corrija, pois algumas coisas, releva-se, mas, infelizmente, não são todas.</p>
<p>A festa acabou&#8230; Mas setembro ainda está aí. Que o resto do mês seja de paz. De afeto. De respeito ao próximo. De lutas diárias, afinal, nem só de festa pode viver uma sociedade que tem sonhos de desenvolvimento e progresso.</p>
<p>Até a próxima!</p>
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		<title>Medo de Perder</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 12:45:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Trabalhando em empresas de qualquer porte, lidando com pessoas diariamente, é comum vermos profissionais medianos que retém todo conhecimento que obteve ao longo de suas carreiras por medo de perder seu posto, caso entre na “onda” do colaborativismo e passe adiante a experiência adquirida. Chamo tais profissionais de medianos porque a insegurança os fazem assim. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalhando em empresas de qualquer porte, lidando com pessoas diariamente, é comum vermos profissionais medianos que retém todo conhecimento que obteve ao longo de suas carreiras por medo de perder seu posto, caso entre na “onda” do colaborativismo e passe adiante a experiência adquirida.<span id="more-112"></span></p>
<p>Chamo tais profissionais de medianos porque a insegurança os fazem assim. Mesmo aqueles que se dizem “senhor de si” são traídos pela insegurança de verem seu medo materializado e o seu lugar conquistado a duras penas, ocupado por uma pessoa mais jovem, recém saída da Faculdade e ávida por mostrar serviço.</p>
<p>No entanto, a despeito da falta de maturidade que acomete funcionários de longas datas na empresa, manter para si os “segredos” da empresa em nada adianta. As maiores empresas do planeta prezam hoje pelo trabalho colaborativo, onde o funcionário não é um simples empregado, mas sim um colaborador, que tem idéias e as expande, e assim, ajuda no desenvolvimento da empresa. O colaborador, por sua vez, se enquadra dentro da tão falada nos últimos tempos Geração Y, conectada o  tempo todo com pessoas de um mundo tão pequeno para um universo enorme chamado virtual. E esta nova geração que incorpora o espírito da empresa, que busca soluções através da troca de experiências, seja nas salas de reuniões ou através das redes sociais, são as pessoas que implementam um modelo de gestão empresarial que já chega com cheiro de vitória, mostrando todo seu potencial de inovar para manter-se em um meio tão competitivo.</p>
<p>Já aqueles que optam por se esconder e esconderem seus trabalhos debaixo das máscaras do medo, acabam sendo ultrapassados por uma moçada nova, mas competente, que não tem medo de ousar e muito menos de expor suas teorias e seus resultados. Os medianos, preferem a zona de conforto ao risco de compartilhar pensamentos e trabalhar em conjunto e assim, perdem a oportunidade de viverem experiências novas e compartilhadas e de fazerem parte da geração que veio para ficar e fazer história no mundo corporativo.</p>
<p>Elizabeth Ribeiro</p>
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		<title>Uma Empresa Chamada Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 26 May 2011 12:11:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quem reside no Norte/Noroeste Fluminenses e precisa utilizar o transporte coletivo público, uma vez ou outra já fez uso dos serviços da empresa de ônibus, cujo nome fantasia reflete exatamente o espírito bagunçado da mesma. Se era para ser uma analogia exata de um país onde a desorganização, falta de profissionalismo e o empurrar com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem reside no Norte/Noroeste Fluminenses e precisa utilizar o transporte coletivo público, uma vez ou outra já fez uso dos serviços da empresa de ônibus, cujo nome fantasia reflete exatamente o espírito bagunçado da mesma. Se era para ser uma analogia exata de um país onde a desorganização, falta de profissionalismo e o empurrar com a barriga prevalece, a dita empresa de ônibus acertou em cheio ao deixar-se conhecer por Brasil. Que se manifeste aquele que usa regularmente os serviços da empresa e nunca detectou nenhum problema. Os ônibus em sua maioria estão em péssimo estado de conservação, sendo que alguns não possuem o letreiro que mostra o itinerário, ficando o passageiro a tentar imaginar se aquele carro vai mesmo para seu destino, outros, tem campainhas com defeitos e o passageiro tem que se virar como pode para fazer o motorista entender que ele enfim chegou onde queria, sem contar a falta de cobradores de passagens, mesmo em viagens mais longas, que levariam um certo tempo para serem feitas, acabam sempre gastando um tempo maior porque um profissional só, no caso, o motorista, tem que desempenhar a sua própria função e a função do cobrador de passagens.<span id="more-109"></span></p>
<p>Não sei se por falta de fiscalização ou por ganância, parece que a ordem da empresa é  fazer entrar no ônibus tantas pessoas quanto não caibam por centímetro quadrado. É comum vermos carros super lotados de passageiros em pé, com motoristas estressados na direção, fazendo o ônibus render muito mais em velocidade por km do que o aceitável pela lei. Enquanto isso, quem precisa se locomover de uma cidade a outra tem que ficar a mercê desses problemas por causa da necessidade.</p>
<p>Ainda ontem ouvi o relato de uma pessoa que enquanto comprava a passagem no guichê da empresa Brasil, na rodoviária de Itaperuna, o motorista, tendo conhecimento de que alguém ainda esperava entrar naquele ônibus, simplesmente seguiu seu rumo, deixando o passageiro para trás. O que fazer nestas horas? Reclamar. Nestes casos, o melhor a fazer é relatar o problema. Os guichês possuem o nome do motorista que cumpre todos os horários do dia. A própria empresa é obrigada a fornecer os contatos para reclamações, sugestões e dúvida. No entanto, aquele que reclama corre um risco muito sério: em se tratando de uma empresa que se chama Brasil, toda reclamação pode acabar em nada mais, nada menos do que pizza. Mas não custa tentar. Afinal, como cidadãos consumidores de qualquer produto, até mesmo o meio de transporte, temos nossos direitos e a empresa que se dispõe a prestar qualquer serviço a população tem o dever de atender de maneira aceitável e respeitável aquele que a mantém na zona de conforto dos lucros certos</p>
<p>Elizabeth Ribeiro</p>
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		<title>Desafios da Mulher Moderna</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2011 12:26:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Foi se o tempo em que mulher era valorizada pela casa limpa e pelos filhos bem cuidados. Comida na mesa na hora certa, roupa lavada e passada a espera do marido, o provedor do lar, aquele que sai de manhã bem cedo e só volta a noite, e encontra um lar harmônico, regido pela maestria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi se o tempo em que mulher era valorizada pela casa limpa e pelos filhos bem cuidados. Comida na mesa na hora certa, roupa lavada e passada a espera do marido, o provedor do lar, aquele que sai de manhã bem cedo e só volta a noite, e encontra um lar harmônico, regido pela maestria competente de uma mulher já não basta mais para a ala feminina dos tempos atuais.<span id="more-107"></span></p>
<p>A mulher de hoje, a mulher moderna, quer e pode mais. Ainda que tenha que se desdobrar em mil, ela deseja e é mãe, é esposa, ocupa cargos de chefia em grandes empresas, chega ao cargo de maior status no País, a Presidência da República sem deixar de lado todo o seu lado feminino e tudo que a ele se atrela, como a TPM, por exemplo.</p>
<p>A mulher moderna, que encara jornadas triplas, quíntuplas, que serve para mil e uma utilidades, cada dia se fixa mais e melhor no mercado de trabalho, conquista seu espaço como líder, tem que saber lidar com a opinião machista de muitos, com os olhares atravessados de outros, com o despeito de uma ou outra mulher que almeja a glória, mas que jamais a alcança por falta de méritos próprios e ainda mesclar tudo isso a cobrança familiar e da sociedade que ainda espera que a mulher seja uma eterna Amélia.</p>
<p>Algumas mulheres, totalmente independentes, preferem o vôo solo a um vôo conjunto, por isso não constituem famílias. Outras ditam as regras da própria vida e formam uma família diferente dos padrões normais, onde ela desempenha o papel de pai e mão ao mesmo tempo, por optar em ter filhos em produções independentes.</p>
<p>Mas o que mudou na mulher de ontem para a mulher de hoje? Talvez tenha sido os anseios e quereres, o fato de ter se cansado de estar a sombra da figura masculina, com poder mínimo de decisão ou o simples desejo de buscar algo mais.</p>
<p>Por ter um olhar mais sensível, uma visão mais sistêmica, a mulher acaba por se sair melhor em situações onde um homem teria dificuldade. Não é regra, mas em se tratando de decisões sérias, a mulher tem uma forma mais ampla de pensar no assunto e com isto, consegue melhores resultados. A mulher moderna é formadora de opinião, é chefe de família, é líder nas empresas, é empreendedora, é Presidente, e ainda assim, não deixa de ser mulher, muitas vezes sensível, mas guerreira que sabe o que quer. Talvez este seja o maior desafio da mulher dos tempos modernos: saber lidar com seus sentimentos, com suas sensibilidades, com sua TPM, com suas cólicas menstruais, com a preocupação com os filhos pequenos ou adultos, com a perspectiva de um novo amor&#8230; Tirar tudo isso de letra, sem perder a dureza que a vida lhe exige. Ser dura enquanto necessário, sem jamais perder a doçura feminina, que lhe faz tão especial.</p>
<p>Se antes, mulher de verdade era a Amélia, aquela que lavava, passava, cozinhava, limpava, cuidava dos filhos e do marido de forma exemplar, hoje, mulher de verdade é aquela que batalha pelo sustento da família, que luta para concluir o doutorado em meio a crises de adolescência da filha, que se posiciona como líder de um bando de marmanjos no escritório e ainda tem tempo de planejar uma viagem romântica para o fim de semana, que se mata de trabalhar o dia todo e ainda faz a tarefa de casa com o filho quando chega exausta em casa, depois de mais um dia de trabalho. Mulher de verdade são as Carolinas, Dianas, Micheles, Simones, Robertas, Renatas, Nazarés, Fernandas, Marias, Adrianas e tantas outras que fazem do fato de serem modernas apenas um pretexto para colocar em prática todos os seus desejos de mulher.</p>
<p>Até a próxima</p>
<p>Elizabeth Ribeiro</p>
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		<title>Polêmica do Momento</title>
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		<pubDate>Fri, 06 May 2011 12:40:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF), enfim reconheceu a união estável entre os homossexuais. Por entender qua a união entre pessoas do mesmo sexo representa uma entidade familiar, os gays que vivem em uma relação estável, onde há convivência duradoura, pública e contínua, passam agora a ter os mesmos direitos que as tradicionais famílias formadas por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF), enfim reconheceu a união estável entre os homossexuais. Por entender qua a união entre pessoas do mesmo sexo representa uma entidade familiar, os gays que vivem em uma relação estável, onde há convivência duradoura, pública e contínua, passam agora a ter os mesmos direitos que as tradicionais famílias formadas por casais de sexos opostos já gozam há muito tempo, como por exemplo,  divisão da guarda e sustento dos filhos, possibilidade de pensão alimentícia, herança em caso de morte, partilha de bens em caso do fim da união e facilidades para conversão da união estável em casamento.</p>
<p><span id="more-102"></span></p>
<p>E mal a decisão do STF foi tomada, as polêmcias, envolvendo as igrejas e parte da sociedade que prefere fechar os olhos a enxergar que o falso moralismo  está ultrapassado, já começaram a dar o ar de sua graça. Surgirão caminhadas e protestos em nome da moral e dos bons costumes, muitos debates na TV ainda discutirão o fato e a mesma ladainha de sempre quando a lei avança alguns passos a caminho da luta pelos direitos iguais de todos.</p>
<p>Criada em uma família tradicional e religiosa, sou tida como uma figura nem sempre muito aceita pela minha maneira de pensar, mas eu não me importo. O fato de vir de uma família de pai e mãe, de ser casada com um homem e ter minha sexualidade totalmente bem resolvida, não me impede de opinar sobre as questões que em tese estão de fora do meu cotidiano, mas que ainda assim fazem parte da minha vida, por ter amigos gays e por acreditar que a hipocrisia não leva ninguém a nada. Continuar com as mesmas leis retrógradas, reconhecendo apenas os direitos de alguns, seja neste caso ou em qualquer outro, é assumir um comportamente arcaico e mostrar que não nos importamos com a formação de uma sociedade livre para seguir seus caminhos e se desenvolver a sua maneira de ser.</p>
<p>É óbvio que esta decisão não muda de imediato a situação de milhares de casais homossexuais, que pagam seus impostos como qualquer um, que trabalham, contribuem para o crescimento econômico do país e ainda assim vivem como clandestinos, presos dentro de uma situação normal a espera que a sociedade os aceite como são e conceda a eles o mesmo direito de existir que todos deveriam ter sem causar nenhuma polêmica. O fato é que quem quiser sair desta &#8220;clandestinidade&#8221;, oficializar o casamento, por exempo, ainda vai ter que brigar na justiça para conseguir. No entanto, um passo importante foi dado e isso pode amenizar toda uma situação desnecessária enfrentada todos os dias por milhares de pessoas, seres humanos, que amam, são amados, constituem família e tem o direito de ser quem desejam ser muitas vezes revogados em nome de nada mais do que a vergonha alheia.</p>
<p>Pessoas como Bolsonaro, líderes e membros de igrejas que são contra a decisão do Supremo, tem todo direito de expor suas opiniões, mas deveriam se embasar em algo mais forte do que um moralismo inexistente. Existem muitos problemas no país precisando de soluções urgentes. Problemas que afetam muito mais a moral da sociedade, como prostituição infantil, marginalização pelas drogas e desiguladade social, problemas esses que precisam ter pessoas unidas para lutarem por suas resolução, uma vez que tais mazelas prejudicam não só a imagem do nosso país, como afeta direta e indiretamente a todos nós, brasileiros. Já a união estável entre os homossexuais diz respeito apenas a quem vive uma relação assim e faz bem a eles mesmos. Portanto, que cada um viva a sua vida e faça a sua parte por uma País mais igual, mais justo e menos hipócrita. Porque se revoltar com essas mudanças na lei, é se assumir preconceituoso e indisposto a encarar de outra forma a vida daquele que não é assim, tão igual a você em todos os sentidos, mas que ser diferente, pensar diferente, agir e viver diferente, no fundo, é muito mais normal do que você poderia imaginar.</p>
<p>Elizabeth Ribeiro</p>
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		<title>Crítica X Elogio</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 01:16:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em ambiente de trabalho, em rodas de amizade, dentro de casa e em qualquer lugar onde se lida com seres humanos, é muito comum encontrarmos pessoas com dificuldade de aceitar a crítica como algo para ser aproveitado. É plenamente compreensível, afinal, ninguém gosta de ter o seu trabalho e/ou suas ideias expostas a análises e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em ambiente de trabalho, em rodas de amizade, dentro de casa e em qualquer lugar onde se lida com seres humanos, é muito comum encontrarmos pessoas com dificuldade de aceitar a crítica como algo para ser aproveitado. É plenamente compreensível, afinal, ninguém gosta de ter o seu trabalho e/ou suas ideias expostas a análises e críticas. No entanto, quando se trata de buscar o crescimento, penso que uma crítica feita com base em uma averiguação dos fatos, com um teor construtivo, mostrando pontos positivos, negativos e ajudando a fomentar uma nova ideia de mudança para o bem, é bem-vinda em qualquer situação. Porque, muitas vezes, quem está envolvido diretamente no objeto a ser exposto a críticas não consegue percerber os erros que quem está de fora vê quase que imediatamente.</p>
<p><span id="more-93"></span></p>
<p>Sendo para o bem, a crítica pode ajudar a melhorar projetos e planos bons e torná-los excelentes. Em contrapartida, o elogio em demasia, forçado, feito no calor do momento com o puro intuito de agradar, pode trazer resultados maléficos tanto para o bajulador quanto para o bajulado. No entanto, ainda há quem se preocupa mais em agradar a qualquer preço a ser sincero no momento exato, e quando pedem sua opinião, ao invés de contribuir para o desenvolvimento de uma ideia, essa pessoa simplesmente esmaga as boas possibilidades debaixo de um elogio que poderia ser repassado em forma de crítica construtiva.</p>
<p>Há quem acredite que nas grandes empresas ou em pequenos grupos de trabalho ou de amizade, maiores chances de conquista e pontos altos com o líder da equipe tem aquele que bajula o tempo todo, o famoso e indigesto puxa-saco. Ledo engano. Chefes não gostam de bajuladores. Líderes preferem a verdade ainda que seja dura. E amigos então, se são de verdade, preferem a sinceridade de uma crítica do que a falsidade do elogio.</p>
<p>Elogios são bons, massageiam o ego, impulsionam, mas na hora certa, no lugar certo e quando a coisa certa está sendo feita. Do contrário, uma crítica, ainda que soe por demais incoveniente, quando é necessária uma opinião, não deve ser omitida. Quem busca o crescimento e a excelência, com certeza, há que prezar bem mais a verdade de uma crítica espontânea em detrimento de um elogio falsamente decorado para causar uma boa impressão.</p>
<p>Até a Próxima!</p>
<p>Elizabeth Ribeiro</p>
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		<title>Aprendendo com os erros</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 17:31:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Errar é humano, já dizia os nossos antepassados. Permancer no erro é burrice, completamos. Os erros trazem desgostos, nos fazem perder tempo, às vezes, dinheiro e pessoas. Se ele serve para algo mais além da sensação de frustração, é para nos mostrar a maneira de fazer o certo. Ninguém está livre de cometer falhas. Somos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Errar é humano, já dizia os nossos antepassados. Permancer no erro é burrice, completamos.</p>
<p><span id="more-96"></span>Os erros trazem desgostos, nos fazem perder tempo, às vezes, dinheiro e pessoas. Se ele serve para algo mais além da sensação de frustração, é para nos mostrar a maneira de fazer o certo.</p>
<p>Ninguém está livre de cometer falhas. Somos humanos, não máquina programadas, sem margem para erros. No entanto, somos capazes de errar, aprender a lição e recomeçar, desta vez, com chance de êxito.</p>
<p>Por isso, não devemos desistir de mais uma tentativa após a tristeza de falharmos, conosco ou com quem espera tanto de nós. Devemos sim, levantar a cabeça e passar para mais uma tentativa.</p>
<p>Uma vez que aprendemos o que não deve ser feito, fica mais fácil descobrir o que deve ser colocado em prática. Portanto, os erros existem para provar que o desafio nos motiva e que grandes lições podem ser tiradas dos nossos fracassos.</p>
<p>Até a próxima!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Alma do Seu Negócio</title>
		<link>http://www.noroesteonline.com.br/blog/liberdadeeexpressao/?p=91</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 12:47:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há quem acredite que a propaganda, única e exclusivamente, é a alma de qualquer negócio. Em muitos aspectos, isto é bem real. Um produto ou serviço bem relacionando a uma boa propaganda pode trazer um excelente e rápido resultado à empresa, assim como um mal assessorado pode levar a lona uma marca já estabelecida no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há quem acredite que a propaganda, única e exclusivamente, é a alma de qualquer negócio. Em muitos aspectos, isto é bem real. Um produto ou serviço bem relacionando a uma boa propaganda pode trazer um excelente e rápido resultado à empresa, assim como um mal assessorado pode levar a lona uma marca já estabelecida no mercado. No entanto, há que se lembrar que apenas a boa propaganda não faz milagres por uma empresa. Ela sozinha não é a vida, a alma do negócio.<span id="more-91"></span></p>
<p>A alma de qualquer negócio é como um quebra-cabeças, feita de pequenos detalhes que devem ser bem colocados, se complementando, para que efetivamente, exista um negócio de sucesso. Entre essas peças, estão o diferencial da empresa, aquela pitada a mais, que incrementa o mesmo produto vendido em outros locais, o bom relacionamento da empresa com o mercado e da empresa com os seus colaboradores, a bendita propaganda, bem elaborada, sintética, dinâmica e direta, e o mais essencial: o material humano. As pessoas, essas sim, são a alma da empresa, e por que não dizer, a própria empresa?</p>
<p>Grandes marcas investem bilhões em propaganda, mas não se esquecem de manter atrás, nos bastidadores, uma equipe totalmente pronta para atender o cliente e tornar real a mensagem passada em um outdoor, capa de revista, jornal, mídia online ou nos 30s entre uma programação e outra na tv. Com isso, eles asseguram que a porpaganda simples e pura, por mais vantajosa que ela seja, não vende o produto/serviço. É preciso ter alguém pronto para satisfazer a necessidade daquele que mais interessa para qualquer negócio: o cliente.</p>
<p>Sendo assim, empresários, executivos, gerentes, gestores, devem se atentar para o devido zelo com o maior patrimônio de sua empresa: as pessoas que por ela se empenham no dia-a-dia. Porque essas sim, são a parte fundamental da alma de qualquer negócio e ainda não podem ser substituídas por máquinas. E se alguém acredita que apenas a propaganda seja a alma do negócio, basta lembrar que por tráz de uma ótima ideia, existe um excelente profissional, que deve ser valorizado como tal, afinal, o corpo, assim como a empresa, deve estar em total sintonia com alma e coração.</p>
<p>Elizabeth Ribeiro</p>
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		<title>Ano Novo, Vida Velha!</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 13:02:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[ano novo]]></category>
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		<category><![CDATA[mudanças]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo ano é a mesma coisa: esperamos os últimos suspiros de 365 dias de luta para prometermos tudo aquilo que gostaríamos de fazer, mas jamais encontramos tempo ou força de vontade suficientes para cumprirmos. A frase que mais percebo em orkut/facebook/twitter, e adjacências é: Ano Novo,Vida Nova. Mas quando o ano começa mesmo a engatar, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo ano é a mesma coisa: esperamos os últimos suspiros de 365 dias de luta para prometermos tudo aquilo que gostaríamos de fazer, mas jamais encontramos tempo ou força de vontade suficientes para cumprirmos. A frase que mais percebo em orkut/facebook/twitter, e adjacências é: Ano Novo,Vida Nova. Mas quando o ano começa mesmo a engatar, ou seja, depois do carnaval, o que esse ano demora um poquinho mais uma vez que a festa mais brasileira acontece só em março, a maioria de nós esquece os zilhões de promessas que fez de parar de beber ou fumar, de levar os estudos mais a sério, de fazer algo novo e diferente com sua vida, de começar enfim aquela dieta e tantas coisas mais e passa o ano batido, até que chegue mais um reveillon e nos vemos de novo às voltas com as benditas promessas de fim de ano.<span id="more-88"></span></p>
<p>O ano novo só trará uma vida nova se as intenções interiores mudarem. Caso contrário, o que acontece é apenas uma mudança no calendário.</p>
<p>Para se ter uma vida nova não basta apenas fazer uma promessa a si mesmo. É preciso correr atras daquilo que realmente importa, independente de ser visto como um louco, que acredita sozinho em algo impossível. &#8220;O impossível é só uma questão de opinião.&#8221; E para quem acredita em si próprio, impossíveis não existem.</p>
<p>Então, que tal dar uma reviravolta fenomenal na sua vida, no seu jeito de pensar e agir? Que tal tirar do papel velhos projetos e colocá-los em prática. Sempre há tempo para mudanças, para conhecer algo novo, para aprender um novo idioma, para perder o medo e saltar de paraquedas. Basta querer. E mudança, para ser mudança de verdade, não precisa necessariamente ser aquela coisa totalmente radical, da água para o vinho. Pode ser mais simples, como da água para aguardente. As pequenas mudanças fazem as grandes diferenças.<br />
Não se avexe. Faça o que quiser, como quiser! E seja feliz! E se a vida nova não começar no início do novo ano, não tem problema. O importante é estar bem com a atual situação e mudar o que for preciso, quando for necessário.<br />
Feliz Vida Nova!</p>
<p>Elizabeth Ribeiro</p>
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		<title>Liberdade de Expressão</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 11:35:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[censura]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa livre]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade de Expressão]]></category>

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		<description><![CDATA[Mantendo quase sempre atualizado um blog que responde pelo nome &#8220;Liberdade&#38;Expressão&#8221;, tendo a comunicação como parte do meu trabalho, depois de tanto se falar em censura na última campanha politiqueira, há muito me devo um post sobre o tema. A favor da imprensa livre e da total liberdade de cada cidadão se expressar sobre o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mantendo quase sempre atualizado um blog que responde pelo nome &#8220;Liberdade&amp;Expressão&#8221;, tendo a comunicação como parte do meu trabalho, depois de tanto se falar em censura na última campanha politiqueira, há muito me devo um post sobre o tema. A favor da imprensa livre e da total liberdade de cada cidadão se expressar sobre o que bem entender, me qustiono por que muitas pessoas não usam a seu favor &#8211; ou a favor de toda sociedade &#8211; o seu direito e dever de &#8220;botar a boca no trombone&#8221; e falar sobre o que lhe aflige, lhe alegra ou necessite de mudança.<span id="more-84"></span></p>
<p>Espera-se que a imprensa desempenhe um papel que não cabe só a ela. Muitos querem utilizar a voz dos meios de comunicação como sendo a sua própria voz na luta pela justiça e isso é totalmente aceitável, quando a intenção é unir forças, e em uníssono, fazer um coro contra a desigualdade social e o direito de cada ser humano. No entanto, recebo e-mails diariamente com afrontas e xingamentos a pessoas públicas, que exercem cargos públicos, com observações abaixo, me lembrando que minha função e a do site que trabalho é divulgar, a qualquer custo, a indignação de um cidadão. Geralmente, são denúncias graves, despidas de argumentos ou provas, que caem sobre nós como armadilhas, colocando em dúvida o trabalho sério de pessoas que não fazem sequer ideia das ínfimas questões que estão por trás de tamanha revolta. Quando não<br />
publicamos tais &#8220;denúncias&#8221;, somos chamandos de &#8220;imprensa branca&#8221;, atrelados à uma rede de corrupção da qual ninguém tem real conhecimento ou comprovação. Tudo isto, assinado por um anônimo ou um usuário cuja identidade real é desconhecida, os chamados &#8220;fakes&#8221;.</p>
<p>O que quero dizer com tudo isto, depois de trazer a baila o tema &#8220;Liberdade de Expressão&#8221;? Quero dizer que sou sua maior defensora, assim como defendo o direito de todos os cidadãos a usarem com responsabilidade. Liberdade de Expressão não significa xingamentos e ofensas. Isto se chama falta de educação e de bom senso, podendo causar um transtorno jurídico para aquele que fala o que quer, sem pensar nas consequências, assim como para aquele que torna público tais afrontas.</p>
<p>Cobrar da imprensa a informação, é totalmente válido. Pedir ajuda para os canais de comunicação para se fazer ouvir, também é. Não é válido querer usar tais meios para denegrir imagens, escondido atrás de um anonimato, em nome da Liberdade de Expressão. Portanto, cada um deve usar a seu favor o direito de se expressar, de dizer o que pensa, com responsabilidade, assinando em baixo de suas críticas, de seus elogios e argumentos, mostrando que é ciente do que está a fazer, deixando de ser apenas mais uma voz na multidão, mas um rosto que pensa, opina e não tem medo de mostrar o valor dos seus pensamentos.</p>
<p>Elizabeth Ribeiro</p>
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